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Seminário 5: As formações do inconsciente – Onde o chiste, o lapso e o sintoma revelam que o inconsciente fala
Pois é. Quem primeiro se debruçou sobre esses pequenos tropeços da linguagem foi Freud, em "A Psicopatologia da vida cotidiana" (livro publicado em 1904). Lapsos de memória, atos falhos, esquecimentos de nomes. Tudo isso, para Freud, não era acaso. Era o inconsciente falando nas brechas da consciência.
Lacan pegou essa descoberta e a levou ao extremo. No Seminário 5, as formações do inconsciente (1957-1958), ele dedicou um ano inteiro a mostrar que esses fenômenos não são

Prof. Paulo Psicanalista Didata
8 de jun.5 min de leitura


Release do livro A Ciência dos Restos
O livro "A Ciência dos Restos - De que se Ocupa a Psicanálise", é uma forma argumentativa e poética de definir a psicanálise como a ciência que estuda as sobras daquilo que é trazido pelo paciente.

Academia Tríade da Psicanálise
6 de jun.2 min de leitura


Saúde Mental no Trabalho: um guia essencial para desmistificar Riscos Psicossociais nas Organizações
ocê já parou para pensar no que realmente significa um ambiente de trabalho saudável? Não apenas aquele que oferece equipamentos de proteção ou cumpre prazos, mas um lugar onde as pessoas se sentem acolhidas, escutadas e valorizadas?

Prof. Paulo Psicanalista Didata
4 de jun.3 min de leitura


A Clínica Psicanalítica:
Ser psicanalista, seja no atendimento on-line ou presencial, exige compreender e não se compreendido, que em suas mãos, estarão as dores, os amores, os desejos, as angústias e as ansiedades de seus pacientes.

Crisney Barbosa
4 de jun.4 min de leitura


O Terapeuta e o Rosto que o Espelho não Vê
Há uma solidão peculiar na sala de atendimento além da do paciente.

Prof. Nilton de Oliveira
4 de jun.2 min de leitura


Psicanálise não é regulamentada? Isso não significa o que você pensa
Psicanálise não é regulamentada? Isso não significa o que você pensa.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
4 de jun.5 min de leitura


O Complexo de Édipo e a Castração: Uma Viagem pelas Ideias de Freud e Outros Grandes Psicanalistas
Neste artigo, vamos explorar as ideias originais de Freud sobre o Complexo de Édipo e a ansiedade de castração e, em seguida, ver como outros grandes nomes da psicanálise, como Melanie Klein, Donald Winnicott, Wilfred Bion e Jacques Lacan e como eles reinterpretaram e enriqueceram esses conceitos.
O objetivo é mostrar para alunos e profissionais, como a psicanálise evoluiu, tornando-se mais matizada e clinicamente útil para compreender a complexidade da mente humana.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
1 de jun.6 min de leitura


Objeto em falta: o que o Seminário 4 de Lacan nos ensina sobre desejo, fobia e castração?
O objeto é sempre, somente, um objeto reencontrado a partir de uma descoberta primitiva, e, portanto, a redescoberta jamais é satisfatória.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
27 de mai.5 min de leitura


Do berço ao divã: como Freud explicou a nossa sexualidade?
Se tem um nome que divide opiniões, esse nome é Sigmund Freud. Amado por uns, criticado por outros, o pai da psicanálise foi pioneiro ao propor algo que, no século XIX, era considerado quase um escândalo quando defende a hipótese que: a sexualidade começa na infância.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
19 de mai.3 min de leitura


As 5 Fases do Desenvolvimento Psicossexual segundo Freud: como a infância molda quem somos
O criador da psicanálise desenvolveu a teoria das fases psicossexuais, onde a libido (energia sexual) se concentra em diferentes partes do corpo ao longo do desenvolvimento infantil.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
18 de mai.2 min de leitura


A Viagem de Ulisses - Uma leitura psicanalítica
Ao trazer Odysseia e a figura de Ulisses e seu retorno a Ítaca, encontramos um caminho fértil. Pela filosofia e pela tradição clássica, chegamos ao saber da grande Guerra de Troía: anos de batalhas até Ulisses conceber a ideia do cavalo de madeira, usando a fé dos troianos contra eles mesmos.

Crisney Barbosa
13 de mai.3 min de leitura


O que acontece quando o Nome-do-Pai não entra em cena? Uma introdução ao Seminário 3 de Lacan
Imagine uma criança pequena, ainda nos primeiros anos de vida. Ela vive em uma relação intensa, quase fusional, com sua mãe. A mãe para essa criança é o seu mundo. A mãe é que alimenta, a que acalma, o que pode aparecer e desaparecer. A criança não sabe exatamente o que a mãe quer, mas sente que ela deseja algo. É uma posição delicada, instável, potencialmente angustiante. Porque essa criança, naturalmente, também quer ser esse algo. Quer ser tudo para a mãe.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
11 de mai.5 min de leitura


Até quando a dor se sustenta?
Há dores das quais pouco se fala, ou que muitas vezes evitamos nomear. São dores que atravessam a sociedade, abalam nossas emoções e interrogam o próprio modo como temos cuidado da vida.

Crisney Barbosa
11 de mai.2 min de leitura


Por que Academia e não Instituto?
Qual o motivo da escolha e seus significados por trás da escolha de ser uma Academia de Psicanálise?

Prof. Paulo Psicanalista Didata
7 de mai.2 min de leitura


O que move a gente? Uma viagem pela teoria das pulsões de Freud
Pulsão - Freud construiu esse conceito e o que ele tem a ver com sua vida, seus sintomas, seus desejos e até com seus sonhos.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
7 de mai.6 min de leitura


O que a psicanálise diz sobre desejos sexuais considerados “desviantes”? Um caso clínico
O que é perversão para a psicanálise?
Para Freud, a palavra “perversão” não tem um sentido moral. Significa apenas um desvio no desenvolvimento sexual. Explico:
Na infância, nossa sexualidade é “polimorfa perversa”: sentimos prazer em várias zonas do corpo (boca, ânus, pele) sem uma finalidade reprodutiva.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
5 de mai.4 min de leitura


Menopausa: A iniciação de Perséfone e o despertar da rainha interior
Menopausa: a iniciação de Perséfone e o despertar da rainha interior.

Carla Moreira
5 de mai.4 min de leitura


Quando o trauma encontra a rigidez dos dogmas: o preço do silêncio
Você já sentiu aquela angústia que não sabe explicar? Um aperto no estômago, uma queda de cabelo sem motivo aparente, um vazio que insiste em aparecer nos momentos mais inesperados? Pois é: muitas vezes, o corpo e os sintomas falam o que a boca aprendeu a calar. O silêncio como saída aparente O trauma, por si só, é paralisante e angustiante. Ele nasce de vivências que se inscrevem no sujeito como marcas profundas, tornando-se gatilhos que, inevitavelmente, se manifestam em si

Nelita Facion
4 de mai.3 min de leitura


O "Eu" não é o que você pensa: Uma introdução ao Seminário 2 de Lacan
Lacan mostra que o EGO é uma imagem alienante, não o centro do sujeito, e que a psicanálise não visa fortalecer essa imagem, mas permitir que o sujeito do inconsciente advir na fala.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
28 de abr.7 min de leitura


O Caso do “Homem dos Ratos”: Quando a mente cria seus próprios tormentos.
Se você já se pegou preso em pensamentos repetitivos, dúvidas paralisantes ou rituais mentais que não conseguia explicar, talvez se surpreenda ao saber que um caso clínico do início do século XX ainda ilumina essas experiências de forma impressionante.

Prof. Paulo Psicanalista Didata
22 de abr.5 min de leitura
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